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quarta-feira, 27 de junho de 2012

Terapia Ocupacional--OSTEOGENESIS IMPERFECTA



Caroline Lopes Figueiral
Terapeuta Ocupacional 

Voluntária do Núcleo Rio de Janeiro da ABOI
E-mail: 
carolinelopes@figueiral.com.br

Uma das intervenções que têm por objetivo melhorar a qualidade de vida dos portadores de OI, aumentando suas chance de um desenvolvimento adequado, é a Terapia Ocupacional (T.O.). Por meio de seus conhecimentos e recursos, o terapeuta ocupacional atua na adaptação dos ambientes (casa, escola, trabalho), na prevenção de deformidades, na orientação familiar quanto à manipulação do portador e seu condicionamento físico e, principalmente, promove a máxima independência nas atividades de vida diária, como, por exemplo, tomar banho, se vestir, se alimentar, estudar e brincar.


O tratamento se inicia com uma análise das potencialidades e necessidades do portador de OI e das limitações do ambiente. O terapeuta realizará diversas atividades construtivas simulando situações de vida normal e/ou de trabalho normal, prestando assistência nas dificuldades físicas, psíquicas e/ou sociais, minimizando, ao longo do tratamento, o quadro incapacitante que a disfunção pode impor a seus portadores. Com a intervenção da T.O. e a participação associada de outros profissionais da área da saúde, há um aumento da auto-estima e uma conseqüente diminuição dos quadros depressivos dos pacientes. O profissional especializado ajudará a promover, ao longo do tratamento, a melhora na qualidade de vida do portador e dos familiares, encorajando os afetados pela OI a buscarem, ao longo de sua vida, o máximo de desenvolvimento pessoal, intelectual e acadêmico. 

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