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quarta-feira, 4 de julho de 2012

Parte 2: Veja quais os carros automáticos que custam até R$ 100 mil


 Fonte: Jornal do Carro em 2009

CHEVROLET ASTRA 2.0 (a partir de R$ 50.090)
Mesmo com as linhas internas e externas já bem defasadas, sua boa relação custo-benefício o torna uma opção interessante. Outro ponto alto é a dirigibilidade ? e o Astra anda mais que o Vectra GT, por exemplo. Sua transmissão de quatro marchas, porém, rouba um pouco da diversão a bordo.
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NISSAN LIVINA 1.8 (a partir de R$ 50.690)
Monovolume é o primeiro Nissan fabricado no Brasil e o que estreou a tecnologia flexível na marca. Caixa automática está disponível na versão mais sofisticada e apenas com motor 1.8 16V flexível de até 126 cv ? que lhe dá bom desempenho, auxiliado pelo câmbio, cujas trocas pouco se sentem.
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PEUGEOT 207 SW XS (a partir de R$ 50.700)
Seu maior destaque é a exclusividade: trata-se da única perua pequena nacional a oferecer câmbio automático. Nenhuma das rivais tem o recurso. Mas, assim como os ?irmãos? hatch e sedã, a perua 207 sofre com a falta de espaço interno. Seu porta-malas, por exemplo, tem apenas 313 litros de capacidade ? é menor que o do 207 Passion, que tem 420 l. O banco traseiro acomoda mal passageiros mais altos. E a ergonomia é falha, sendo difícil o motorista encontrar boa posição de dirigir. Firme, a perua 207 encara curvas com desenvoltura e mostra bom comportamento. A lista de itens de série é bem recheada, com ABS, ar digital, banco traseiro rebatível (1/3 e 2/3) e computador de bordo, entre outros.
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FIAT STILO 1.8 (a partir de R$ 52.560)
Foi o segundo modelo brasileiro a oferecer transmissão automatizada. Mesmo funcionando de forma mais suave que o sistema Easytronic, da Meriva, a caixa Dualogic dá trancos nas mudanças de marcha. Um diferencial do câmbio Fiat é oferecer hastes atrás do volante para efetuar manualmente as trocas de marcha. Além de dar ares de esportividade ao modelo, esse recurso garante conforto ao motorista, que não precisa tirar as mãos do volante para cambiar. Um ponto negativo é o elevado consumo de combustível. É verdade que o motor 1.8 de até 114 cv (que equipa também a gama Palio, prestes a receber versões Dualogic) não é dos mais econômicos, mas a versão com caixa automatizada ?bebe? mais que a manual.
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VOLKSWAGEN GOLF 2.0 (a partir de R$ 53.990)
Entre os hatches médios, só o Golf conta com seis marchas na sua transmissão automática. Além disso, a caixa é Tiptronic, ou seja, permite trocas manuais, por meio da alavanca. Mas nem tudo é perfeito, pois mesmo no modo sequencial o câmbio continua mudando de marchas no limite de giros e reduzindo sozinho quando se aciona o botão do kick-down, afundando o pé no acelerador. Isso tira muito do controle do motorista. Ao menos a transmissão consegue aproveitar bem o limitado rendimento do ultrapassado motor 2.0 (o mesmo do Bora e do New Beetle), uma evolução do que equipava o Santana. Além da versão de entrada, há o Golf GT 2.0, com detalhes visuais esportivos, custando R$ 64.400.
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HONDA FIT (a partir de R$ 55.625)
O carro agrada com qualquer motorização, seja 1.4 ou 1.5. As versões automáticas têm cinco velocidades e também convencem. Não há trancos nas passagens de marcha. Todas as versões de motor e câmbio são flexíveis. O acabamento e o bom espaço interno também falam alto no Fit.
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NISSAN TIIDA (a partir de R$56.290)
Hatch feito no México agrada pela dirigibilidade, tem bom acerto de suspensão e a direção com assistência elétrica. Seu conjunto de motor e câmbio é o utilizado no monovolume Livina. Tem duas versões: S e SL, mais recheada. No mercado, ocupa o oitavo lugar no segmento.
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FIAT LINEA 1.9 (a partir de R$ 56.800)
Grande aposta da Fiat para voltar ao segmento de sedãs médios, o Linea é, na verdade, um compacto crescido e com bom porta-malas. Por usar o câmbio Dualogic igual ao do Stilo, traz os mesmos defeitos. Com a agravante de que seu motor 1.9 gasta ainda mais, sem entregar o desempenho esperado.
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SMART FORTWO (a partir de R$ 57.900)
Criado para uso urbano, tem 1 metro a menos que um Fiat Mille e só leva dois. Atrás cabem as compras da quinzena ou a bagagem do casal para o fim de semana. O câmbio é do tipo automatizado: não tem pedal de embreagem e pode ser usado em modo manual ou automático. Funciona bem, mas o motorista leva algumas horas para se adaptar a ele. Segundo a fabricante, faz 15 km/l de gasolina na cidade e até 24 km/l na estrada (não há versão flexível). O ruído de rodagem é alto. O som de cada emenda no asfalto ecoa dentro da cabine.
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VOLKSWAGEN BORA (a partir de R$ 57.990)
Em março, o sedã mexicano derivado da quarta geração do Golf ganhou tecnologia flexível no seu motor. A transmissão de seis marchas ? com opção de comando sequencial Tiptronic ? e o propulsor são os mesmos que equipam o também oriundo do país norte-americano New Beetle e o paranaense Golf. O Bora tem no custo-benefício seu maior argumento, pois oferece um bom pacote de equipamentos por valor competitivo. Entre os itens de série há ar-condicionado digital, air bag duplo, rodas de liga leve 16?, toca-CDs e MP3.
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HYUNDAI i30 (a partir de R$ 58 mil)
Como outros carros da marca, o novo hatch à venda no Brasil tem bom acabamento e atraente relação custo-benefício. O motor 2.0 é potente, mas a transmissão final é longa, o que torna as reações meio lentas. O fato de ter só quatro marchas não ajuda. Este é outro importado que só roda com gasolina.
hyundai-i30autFORD ECOSPORT (a partir de R$ 58.100)
O irmão maior do Fiesta é a opção mais em conta para quem busca um utilitário-esportivo compacto sem o pedal da embreagem. Com apenas quatro marchas e sem comando sequencial, o câmbio tira um pouco do desempenho e ainda aumenta o consumo significativamente.
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VOLKSWAGEN NEW BEETLE (a partir de R$ 59.190)
O ?Fusca Novo? pode ser uma boa opção para quem busca se destacar da maioria. Mecanicamente e na plataforma, o carro é igual ao sedã Bora. Ambos são feitos em Puebla, no México. Sua praticidade é inversamente proporcional à personalidade das linhas. Porta-malas e espaço interno são limitados.
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NISSAN SENTRA (a partir de R$ 59.110)
Feito no México, o Sentra se destaca pela mecânica eficiente, bom desempenho e suspensão bem acertada. Seu câmbio é CVT, de relações continuamente variáveis. Na prática, não há marchas ? e, por isso, não ocorrem trancos nas trocas. Além disso, seu nível de equipamentos condiz com o preço e o espaço interno é também adequado. Seu motor é o quatro-cilindros de 2 litros e 142 cv. O problema é que o Nissan só roda com gasolina e briga num segmento em que a maioria dos concorrentes é flexível. Aversão capaz de roda com álcool deve chegar ao mercado ainda este ano. O acabamento é honesto, sem muita inovação. Para o volante falta ajuste de distância, que melhoraria a posição de dirigir. O espaço no banco traseiro é na medida.
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CHEVROLET VECTRA 2.0 (a partir de R$ 59.292)
Sua linha 2010 traz como principais novidades grafismos no painel de instrumentos e grade frontal reestilizados. Seu conhecido motor ganhou 12 cv ? agora gera até 140 cv ?, que deixaram o sedã mais esperto no dia a dia. Mas essa forcinha extra do motor (que traz o mesmo bloco utilizado no Monza) é percebida apenas nas versões com câmbio manual. O modelo com transmissão automática de quatro marchas (a mesma de Astra, Vectra GT/GT-X e Zafira) faz o propulsor trabalhar em rotações mais elevadas e piora o consumo de combustível, que já não é lá essas coisas. Por outro lado, seu espaço interno é bom, acomoda bem cinco pessoas e a melhor posição de dirigir é encontrada facilmente.
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NISSAN GRAND LIVINA (a partir de R$ 59.940)
A minivan do Livina chega mirando a Chevrolet Zafira, até então sem rival direta no mercado. A opção com câmbio automático é a mais sofisticada e tem duas versões. A SL, de topo (tabela de R$ 66.390), traz até chave com controle remoto. No comparativo com a Zafira, a Grand Livina venceu por ser mais barata, equipada, ágil e moderna. Mas não espere desempenho de empolgar: com a caixa automática é apenas razoável. E o espaço interno é menor do que parece. Os ombros dos passageiros na fileira central ficam muito próximos. Ao menos o acesso aos bancos extras é fácil. Para chegar à terceira fileira basta fazer um movimento: puxar uma alça, que reclina o encosto da segunda e faz seu banco deslizar.
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SUBARU IMPREZA (a partir de R$ 60mil (1.5)/ R$ 75 mil (2.0))
O hatch médio japonês oferece uma combinação única, com motores boxer e tração integral permanente, dois itens tradicionais nos carros da marca. A opção de entrada, 1.5, oferece desempenho limitado, mas é mais barata do que alguns concorrentes nacionais. Por sua vez, o 2.0 promete mais emoção, com 160 cv. Itens de segurança como freios ABS e air bag duplo são de série. A garantia é de cinco anos sem limite de quilometragem.
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FORD FOCUS (a partir de R$ 60.160)
Com a chegada da nova geração no ano passado, o médio da Ford se recuperou no mercado. Seu pacote de equipamentos de série é bom e inclui, entre outros itens, ar-condicionado, air bag duplo, alarme, computador de bordo, direção eletro-hidráulica, freios ABS, rodas de liga leve aro 16?, toca-CDs e MP3 e travas e vidros elétricos já na versão GLX ? há ainda a Ghia, por R$ 70.425. Suas suspensões mesclam firmeza e conforto como poucas.
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CITROËN C4 2.0 (a partir de R$ 61.200)
Motor, câmbio e plataforma são os mesmos do Peugeot 307, mas o hatch Citroën é mais bem acertado que o ?primo?. Isso porque sua transmissão automática não dá tantos trancos nem se perde em subidas quanto a do 307. E, como seu visual (que segue o da linha Pallas) sugere, o hatch feito na Argentina esbanja tecnologia. Mas, tal qual a versão três-volumes, o C4 tem sede. Seu motor flexível, principalmente o 2.0 de até 151 cv, abusa da vontade de consumir álcool. As versões com propulsor de 1,6 litro e potência de até 113 cv oferecem melhor relação custo-benefício. Além de o motor menor ser um pouco mais econômico, sua tabela é, em média, R$ 3 mil mais em conta. O porta-malas tem capacidade para 320 litros. O do Pallas, 580 l.
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FORD FOCUS SEDAN (a partir de R$ 61.595)
Com preços muito próximos ao do hatch, o Focus Sedan é uma boa escolha desde que não se faça questão de ter um motor flexível (assim como no dois-volumes). O médio da Ford vai passar a rodar com álcool até o final do ano. O câmbio tem opção de comando sequencial. Na versão de topo, Ghia, que custa R$ 71.860, o equipamento de série inclui itens exclusivos dentro de sua categoria, como a regulagem de assistência para a direção eletro-hidráulica (são três modos) e partida com botão, com sensor de presença da chave (que nem tem onde ser colocada, basta ela estar dentro do carro). Outro recurso interessante é o comando de voz, que funciona não só para o eficiente sistema multimídia, mas para o ar-condicionado.
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